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terça-feira, 15 de setembro de 2015

11 jardins dentro de casa


Jardim interno (Foto: Simon Upton/ The Interior Archiv)



Um átrio com História
Lorenzo Castillo

Acredite: este exuberante pátio interno de uma casa em Madri, na Espanha, já foi local de descanso para cavalos. É que a construção data do século 17, quando foi convento e, depois, palácio da nobreza. Agora, é a morada do designer de interiores Lorenzo Castillo, que imprimiu sua marca ao espaço. “O pátio funciona como o coração da casa, pois é preciso passar por ele para adentrá-la. Como tem cobertura de vidro, montei ali um jardim interno que também é espaço de estar”, conta Lorenzo. Plantadas em vasos, as abundantes folhagens de fícus, heras e samambaias dão ares tropicais à área verde, que tem ainda daybeds de vime de Pierre Lottier revestidas por tecidos de Madeleine Castaing. A imponente escultura de 3 m de altura reproduz a figura de Lorenzo de Médici, de Michelângelo.
Editora Globo (Foto: divulgação)


Exótica contemplação
Isay Weinfeld

O jardim interno assinado por Rodrigo Oliveira é parte importante do projeto desta casa projetada por Isay Weinfeld, por isso o arquiteto criou um espaço de 19 m² inteiramente banhado por luz natural. É que ali foi instalada uma cobertura de vidro – sob ela, fica uma treliça de alumínio que ajuda a filtrar a insolação, criando um ambiente de meia sombra. A ideia era dar forma a um jardim minimalista e exótico, bem diferente da mata exuberante da área externa. Implantado num nível superior em relação ao piso da residência, ele se compõe de uma laje coberta por 40 cm de terra, onde são cultivadas patas-de-elefante, cicas e dicondras, que convidam à contemplação, assim como a escultura de Tomás Saraceno.
Editora Globo (Foto: divulgação)


Divisória natural
Valéria Gontijo

As grandes áreas de estar desta casa em Brasília se dividem em diferentes ambientes. Para demarcar essa transição de espaços, a arquiteta Valéria Gontijo, autora do projeto, pediu ao paisagista Alex Hanazaki que criasse um canto verde. “Fizemos um rasgo no chão para plantar as espécies diretamente no solo e colocamos ali um jasmim-manga que, junto com a forração barba-de-serpente, dá um efeito lindo. O jardim parece brotar do piso”, diz Alex. Os grandes panos de vidro da fachada garantem que as plantas recebam luminosidade para ficarem saudáveis, e a rega é feita dia sim, dia não, de forma manual. Para que a árvore não atinja o forro, são executadas podas periódicas. O piso tem revestimento de travertino navona.
Jardim interno (Foto: divulgação)


Temperos à mão
Ana Yoshida

A varanda desta morada na Granja Viana, em São Paulo, é o xodó do casal que adora receber. O lugar é cenário de churrascos, pizzas e refeições. Na hora de cozinhar, eles gostam de ter à disposição temperos fresquinhos, por isso a arquiteta Ana Yoshida incluiu no projeto uma horta sobre o armário de demolição projetado por ela: “A horta tem revestimento interno de aço galvanizado, e sob ela ficam gavetinhas para recolher a água”, conta Ana. Alecrim, manjericão, hortelã, tomilho, salsinha, cebolinha e pimentas crescem logo atrás da bancada de trabalho feita de concreto. Para que as plantas recebam a luminosidade necessária, a cobertura, apenas naquela área, é de vidro com esteiras de bambu.
Jardim interno (Foto: divulgação)


Relax na lage
Guilherme Torres

Na reforma de sua casa em São Paulo, o arquiteto Guilherme Torres resolveu usar a laje sobre a cozinha para uma boa causa: instalou nela um canteiro de plantas e uma banheira para compor um canto de relaxamento. “Como o ambiente é todo branco ou tem revestimento de cimento polimérico, as plantas trazem cor ao espaço”, diz Guilherme. Foram plantadas apenas costelas-de-adão diretamente na terra, com 40 cm de profundidade. Essa espécie, que precisa de iluminação mas não gosta de sol excessivo, fica protegida da incidência solar pelos muxarabis de madeira colocados no forro. Acima deles, a cobertura de vidro retrátil pode ser aberta quando se quer mais ventilação. O revestimento é da NS Brazil, os metais são da Deca e o quadro foi garimpado numa viagem à Índia.
Editora Globo (Foto: Sergio Israel / divulgação)


Levada tropical
Dado Castelo Branco

A integração da varanda ao living neste apartamento paulistano não visava apenas agregar espaço à área social, mas também criar um ambiente em que os moradores pudessem estar em contato com a natureza. Posto isso, o arquiteto Dado Castello Branco pensou num jardim vertical junto à fachada envidraçada, para que as plantas sejam beneficiadas pela luz natural e, ao mesmo tempo, componham um cenário verde no canto de estar, que traz sofá da Casual Exteriores, mesa lateral da Érea, abajur da Ana Luiza Wawelberg e mesa de centro da Tora Brasil. Distribuídas em vasos pendurados no painel metálico – pintado de cinza, assim como a parede do fundo –, ficam as jiboias, samambaias e peperômias, espécies tipicamente tropicais e de folhagens profusas.
Jardim interno (Foto: divulgação)


À prova de adversidades
Gilberto Cioni e Olegário de Sá

Neste cenário de um programa de TV, criado pelo decorador Gilberto Cioni e pelo arquiteto Olegário de Sá, quase tudo é móvel: as poltronas e os acessórios, os painéis de madeira e até o jardim vertical. Para que ele se mantenha bonito mesmo com as mudanças de lugar, foi encomendado um projeto cuidadoso à paisagista Gica Mesiara, da Quadro Vivo, que usou uma estrutura metálica de 2,50 x 3 m para apoiar os recipientes das plantas, onde ficam as muitas mudas de liríope. Juntas, as folhagens em abundância formam um fundo exuberante, que remete à mata natural. “Como ficam expostas a condições mais adversas, com arcondicionado e pouca luminosidade, colocamos as plantas em substratos especiais, com nutrientes que compensam as deficiências do local”, explica Gica.
Jardim interno (Foto:  divulgação)


Painel Providencial
Marcelo Rosset

Apesar de receber uma boa quantidade de calor e iluminação, a varanda deste apartamento foi fechada para se integrar ao living, como resultado da reforma projetada pelo arquiteto Marcelo Rosset. Para compor um canto verde como os moradores queriam, ele requisitou a ajuda da paisagista Claudia Diamant e juntos optaram por um jardim vertical básico, mas charmoso. As plantas eleitas, além de bem adaptadas às condições existentes, prescindem de cuidados especiais. São samambaias nas floreiras metálicas superiores, enquanto a base abriga dracenas. Como fundo, a parede revestida por ripas de freijó forma um conjunto harmônico com as poltronas e mesas de madeira da Gervasoni, na Casual Móveis.
Jardim interno (Foto: Romulo Fialdini / divulgação)


De plantas e água
Debora Aguiar

A sala de jantar da cobertura dúplex de um jovem casal de empresários foi integrada ao amplo terraço existente, no projeto da arquiteta Debora Aguiar. Como o ambiente recebe iluminação através do pergolado vazado de freijó coberto por painéis de vidro, foi possível instalar ali um grande jardim vertical: executado pela Quadro Vivo, ele se compõe de samambaias azul e paulistinha e serve como pano de fundo para o banco com escultura de Bia Doria. A água que escorre pela parede do jardim é recolhida no espelho-d’água logo abaixo, produzindo o agradável som do líquido em movimento. “Isso cria uma atmosfera de paz e tranquilidade, como o casal imaginou”, afirma a arquiteta.
Jardim interno (Foto: Filippo Bamberghi)


No meio das salas, uma árvore
Alessandro Sartore

São jiboias, plantas naturalmente trepadeiras, que escalam os 20 m de altura do tronco de Betânia – a imensa mangueira do projeto assinado por Alessandro Sartore, no Rio de Janeiro. Ela estava no centro do terreno de 800 m², no Itanhangá, quando Rodrigo Quadrado adquiriu a propriedade. A sala de jantar (à dir.), com mesa Dinn e cadeiras Atibaia, de Jader Almeida, e quadro de Marcelo Solá, se integra ao living e ao home theater. “Todos unidos e protegidos pela árvore, que oferece frescor nos dias de temperaturas elevadas. Não precisamos de ar-condicionado”, afirma Rodrigo. O toque final vem das costelas-de-adão junto às raízes aparentes.
Jardim interno (Foto: Tuca Reinés)


Costelas-de-adão no quarto
Brunete Fraccaroli

O dormitório de casal faz parte do espaço Meu Mundo em Chocolate, apresentado pela arquiteta Brunete Fraccaroli na Casa Cor São Paulo de 2014, inspirado por composições com as cores do alimento – são tons de marrom, dourado e acinzentado, como no piso Dekton, da Cosentino. O jardim vertical atrás da cama da Madeira Bonita, com cabeceira de couro da Maria Coura, tem vasos revestidos de espelhos bronze, que abrigam costelas-de-adão de diversos tamanhos. Para garantir a incidência de luz que abastece as plantas, foram instalados um pergolado de madeira, da Evviva Bertolini, e uma cobertura de vidro, da Guardian. Pontos de iluminação executados pela La Lampe e pendentes da Scatto.

Fonte: Casa Vogue
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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

12° Revezamento Volta de São Francisco será neste sábado (12)

Atleta curitibana e corretor da JBA participam de evento



Neste sábado (12), será realizada a 12° Revezamento Volta de São Francisco, litoral de Santa Catarina, às 7h. Clique aqui para saber mais informações.

A atleta curitibana Dione D'Agostini irá participar do trio misto JBA Imóveis e Dione Performance, que conta com o corretor Isaias Silva e José Alves. Além do patrocínio da imobiliária, a equipe também são apoiadas pela Nutriall Suplementos Alimentares e Pit Stop Disk Pizza. 

Em entrevista ao Blog JBA Imóveis, Dione conta sobre a expectativa para a prova, um pouco da sua trajetória e fala sobre a importância da atividade física.

JBA: Quais são as expectativas para a 12º Revezamento Volta de São Francisco do Sul?

Dione: As expectativas são muito boas, pois montamos uma equipe forte, competitiva e que treina forte e unida com objetivo de alcançar o lugar mais alto do pódio.

JBA: Será uma prova diferente, em que os participantes revezam em sua equipe. Como funciona?

D: Sim, é um prova diferente. Os membros da equipe correm, aproximadamente, 30 Km cada um, mas não de uma só vez. Os percursos são divididos em vários trechos de 8, 10 ou 12 Km. Por esse motivo, é muito importante conhecer bem cada membro da equipe e sua velocidade, e, principalmente, todos devem fazer o seu melhor.

JBA: Na sua equipe está um de nossos corretores, o Isaias Silva, que hoje já é um atleta. Como você vê a importância da prática de esporte, em especial a corrida, para a melhora da qualidade de vida das pessoas, que atualmente vivem em rotinas tão estressantes?

D: A prática da atividade física sempre esteve presente em nossas vidas desde os tempos remotos. Com a modernidade passamos a nos acomodar e nos tornarmos sedentários.

A atividade física vem pra suprir a necessidade de manter o corpo em movimento e ter uma vida mais saúdavel.

Precisamos entender que atividade física é tão importante quanto escovar os dentes ou comer.

Temos que racionalizar da seguinte forma: se realizamos essas ações todos os dias por necessidade ou por prazer, porque não fazermos o mesmo com a atividade física? Com o tempo, a prática constante nos torna pessoas mais disciplinadas, felizes e motivadas a realizar também as atividades profissionais e pessoais.

JBA: Como pode ser a iniciação na corrida?

D: Primeiramente, deve-se procurar um médico para avaliar a condição de sua saúde e depois um profissional especializado de corrida.

Todos deveriam experimentar colocar a corrida no seu dia a dia, pois é um esporte democrático, barato e quando bem praticado só traz benefícios à saúde. Comece devagar, tenha paciência e os resultados serão benéficos e duradouros.

JBA: Você pode nos contar um pouco da sua trajetória como atleta?

D: Eu sou formada em Educação Física e sempre fui apaixonada por esportes. Fiz BMX (bicicross) quando criança, joguei voleibol no colegial e futsal na faculdade.

Em 1995, eu estava um pouco acima do peso, e como tenho uma irmã gêmea, todos diziam que éramos muito parecidas, só que eu era mais 'gordinha'. Isso foi o ponto de partida. Comecei a correr e 'tomei gosto pela coisa'. Um dia resolvi participar de uma prova chamada "Vá correndo a Nova York" e venci. Corri mais duas etapas e ganhei também. Recebi passagem , hospedagem e U$ 500 para fazer a Maratona de Nova York.


Dois anos depois, fui convidada a participar da melhor equipe de atletismo do Brasil, a BMF Funilense, e então não parei mais. Já foram muitos mundiais de meia maratona, cross country, maratona e corridas nacionais e internacionais. 
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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Apartamentos a partir de R$ 150 mil



 Localizado a apenas cinco minutos do Shopping São José, o Residencial Antônio Zaramella disponibiliza 48 apartamentos de 69 a 78 m² de área total, sendo 55 a 64 m² de área útil – próximo ao empreendimento há ainda supermercado, panificadora e um grande espaço arborizado.

As plantas do Zaramella contemplam unidades de dois e três dormitórios - sendo as de três dormitórios com suíte -, sala de estar, cozinha, área de serviço, sacada, e uma ou duas vagas de garagem descobertas.

O condomínio apresenta playground, jardim, gás central, interfone e portão eletrônico e o projeto prevê opções com garden para as unidades do térreo e será entregue com piso cerâmico.

O Residencial Antônio Zaramella é uma parceria da DMV Construtora com vendas pela JBA Imóveis. Os apartamentos partem de R$ 150.000,00 e podem ser enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida.






Perfil:

Saiba mais sobre o empreendimento Antônio Zaramella.
Endereço: Rua Antônio Zaramella, 907 – Colônia Rio Grande – São José dos Pinhais.
Vendas: JBA Imóveis.
Preços: a partir de R$ 150,000.00.
Contato: 41 3030-9090 ou acesse www.jbaimoveis.com.br
Previsão de entrega: julho de 2016.
Construtora: DMV Construtora Ltda.
Registro da incorporação: matrícula: 58.309. Zona: 2ª Circunscrição de São José dos Pinhais.



Texto por Robson Leandro
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terça-feira, 1 de setembro de 2015

10 erros para evitar na limpeza de casa



1 – Ignorar o perigo da palha de aço

É essencial lembrar que a palha de aço enferruja. A limpeza com este tipo de material precisa ser muito cautelosa, para não haver dano. Se deixarmos fiapos da palha no mármore branco, não haverá retorno e a superfície será danificada. A questão é a mesma na limpeza de esquadrias, pois a ferrugem destruirá o metal.

2 – Não seguir a ordem certa na faxina

Outro engano bem comum é iniciar a limpeza pelo piso e seguir para o resto do ambiente. O ideal é limpar de cima para baixo – ou seja, começar por ventiladores e luminárias e depois alcançar paredes e móveis, terminando no piso. Importante: lembre-se de limpar do fundo em direção à porta.

3 – Usar produtos “multiuso” de maneira indevida

A fama dos tão conhecidos “multiuso” deve ser entendida com cuidado na faxina. Tais produtos devem ser usados apenas em superfícies laváveis, como cerâmicas, paredes e superfícies plásticas. Nada de aplicá-los em superfícies como madeiras, metais e tacos.



4 – Usar sabão em pó nos pisos

O produto pode até parecer inofensivo, mas não é. Ele conta com fórmulas extremamente alcalinas, de acidez compatível à da soda cáustica, e causa corrosão no piso se usado com frequência. A superfície parecerá limpa, mas serão criados microburacos que passarão a acumular sujeira. Não raro vemos pisos de mármore e granito sem aquele brilho de quando novos por isso.

5 – Limpar ambientes diferentes com o mesmo pano

O problema de fazer a limpeza da casa usando o mesmo pano é a distribuição das bactérias. Espaços de gordura intensa – a cozinha, por exemplo – têm microorganismos típicos que não devem estar presentes nos demais ambientes.



6 – Uso indiscriminado de desinfetantes

Investir no produto durante a limpeza do chão de qualquer ambiente da casa é um erro. Desinfetantes precisam ter uso restrito. O conceito de desinfecção é necessário em locais onde tocamos com as mãos. O chão deve ser limpo com detergente neutro e não necessariamente desinfetado.

7 – Pouco cuidado no uso de álcool e cloro

O álcool não deve ser usado em superfícies emborrachadas, pois enrijece os materiais, e a aplicação precisa acontecer, no mínimo, três vezes sobre o mesmo local. Já o cloro é extremamente corrosivo e precisa ser evitado em superfícies metálicas (como aço inox e ferro).

8 – Aguar plantas após lavar o chão

Pode até parecer algo sem importância, mas a água vinda dos vasos acaba manchando o piso e o estrago chega inclusive a causar ferrugem nos revestimentos.



9 – Misturar roupas claras e coloridas na lavagem

É muito importante separar as roupas de acordo com suas tonalidades – escuras e claras (brancas e bege), de modo a evitar possíveis manchas irreversíveis. A eficiência da limpeza pode ser melhorada deixando as roupas de molho no sabão em pó.

10 – Lavar roupas íntimas junto de toalhas

A lavagem da roupa deve considerar ainda aspectos como a presença de bactérias. Desse modo, toalhas e roupas íntimas devem ser lavadas separadamente para não haver contaminação.



Fonte: IG
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